Friday, May 17, 2013
Tuesday, May 14, 2013
Heróis Urbanos - Espaço Cultural Porto Seguro
Espaço Cultural Porto Seguro convida
para o coquetel de abertura da exposição
“Heróis Urbanos” da fotógrafa Katia Arantes,
dia 14 de maio, às 19h, na Avenida Rio Branco, 1489.
O Incrível Hulk no Edifício Copan? O Batman invadindo o Mosteiro de São Bento? Ou que tal o Homem-Aranha pendurado na Estação da Luz?
A mostra “Heróis Urbanos”, da fotógrafa Katia Arantes, une pontos turísticos de São Paulo a bonecos de famosos super-heróis dos quadrinhos, games e filmes. Além das imagens, a exposição traz os bastidores da composição dos 27 painéis, com imagens de making of, alguns bonecos utilizados e um vídeo sobre o tema.
As fotos foram feitas com uma lente grande angular. Desta forma, os bonecos, que têm cerca de 30 centímetros de altura, ganham tamanho real. Mulher-Maravilha, Thor, Wolverine e outros heróis são apresentados em cartões postais de São Paulo, como a Ponte Octávio Frias de Oliveira e o Edifício Copan.
Segundo Katia Arantes, idealizadora da mostra “Heróis Urbanos”, o conceito da exposição não é casual e está diretamente ligado à luta diária dos trabalhadores da metrópole. "Vivemos em uma cidade com mais de 11 milhões de habitantes que lutam pela sobrevivência. Essas pessoas são heroínas de uma batalha que travam todos os dias. Às vezes, São Paulo pode parecer dura e fria, mas possui uma beleza singular", afirma a fotógrafa.
Aproveitando a deixa, alguns funcionários e prestadores de serviço da Porto Seguro foram entrevistados, revelando que também são verdadeiros heróis.
“O que são os super-heróis urbanos da nossa metrópole? Quem são estes heróis disfarçados de gente comum? Quais suas histórias, desejos e conquistas? Quais superpoderes do Super-Homem são mais interessantes do que um executivo de uma grande e bem sucedida empresa? Quem tem mais atividades: a Mulher-Maravilha ou a dona de casa, que acorda cedo, cozinha, leva seu filho para a escola e ainda deixa a casa em ordem? Uma cidade que não para está, sim, repleta de heróis disfarçados de pessoas normais, que batalham e soam a camisa para sobrevivência deles e de suas famílias. A mostra de fotos de Katia Arantes nos faz viajar pelo universo dos cartoons, onde o bem vence o mal e nos inspira a continuar com nossas vidas tão atarefadas.”
Marco Griesi
“Encontros no meio da multidão, desencontros em meio às máscaras. Heróis disfarçados, com pegadas no chão, pegadas invisíveis, porém marcantes, se é que me entendem. Conheci o trabalho da Katia Arantes por indicação de um amigo e, quando percebi, já estava apaixonada pelas histórias desses heróis, pela energia de cada um, com suas teias, seus poderes para voar, suas incansáveis lutas contra o mal, suas paixões proibidas, seus mistérios e seus poderes de Greiscow. E por que São Paulo? Por que as locações de uma cidade intensa, explosiva, viva, fugaz, heroína , incansável que amedronta e, ao mesmo tempo, tem o poder de nos fazer ir à frente, em busca, na luta? Essa é a maior comparação que podemos fazer desses heróis com a cidade de São Paulo, com os heróis que encontramos todos os dias, escondidos em ternos finos, em macacões de trabalhadores, pendurados em cordas, em arranha-céus, passando ao nosso lado com seus olhares destemidos, em busca do horizonte, do novo, da conquista. São os heróis urbanos que nos cercam nessa selva de pedra, louca e desvairada que tantos amam, se perdem e voltam a se encontrar para serem heróis de si mesmos!”
Deolinda Patrício
Serviço:
Exposição “Heróis Urbanos”
Autoria: Katia Arantes.
Curadoria: Marco Griesi e Deolinda Patricio.
Onde: Espaço Cultural Porto Seguro (Avenida Rio Branco, 1.489 – Campos Elísios/São Paulo/SP).
Visitação: de 15/5 a 28/7, de terça a sexta-feira, das 10h às 19h, e aos sábados e domingos, das 10h às 17h.
Entrada gratuita.
O Incrível Hulk no Edifício Copan? O Batman invadindo o Mosteiro de São Bento? Ou que tal o Homem-Aranha pendurado na Estação da Luz?
A mostra “Heróis Urbanos”, da fotógrafa Katia Arantes, une pontos turísticos de São Paulo a bonecos de famosos super-heróis dos quadrinhos, games e filmes. Além das imagens, a exposição traz os bastidores da composição dos 27 painéis, com imagens de making of, alguns bonecos utilizados e um vídeo sobre o tema.
As fotos foram feitas com uma lente grande angular. Desta forma, os bonecos, que têm cerca de 30 centímetros de altura, ganham tamanho real. Mulher-Maravilha, Thor, Wolverine e outros heróis são apresentados em cartões postais de São Paulo, como a Ponte Octávio Frias de Oliveira e o Edifício Copan.
Segundo Katia Arantes, idealizadora da mostra “Heróis Urbanos”, o conceito da exposição não é casual e está diretamente ligado à luta diária dos trabalhadores da metrópole. "Vivemos em uma cidade com mais de 11 milhões de habitantes que lutam pela sobrevivência. Essas pessoas são heroínas de uma batalha que travam todos os dias. Às vezes, São Paulo pode parecer dura e fria, mas possui uma beleza singular", afirma a fotógrafa.
Aproveitando a deixa, alguns funcionários e prestadores de serviço da Porto Seguro foram entrevistados, revelando que também são verdadeiros heróis.
“O que são os super-heróis urbanos da nossa metrópole? Quem são estes heróis disfarçados de gente comum? Quais suas histórias, desejos e conquistas? Quais superpoderes do Super-Homem são mais interessantes do que um executivo de uma grande e bem sucedida empresa? Quem tem mais atividades: a Mulher-Maravilha ou a dona de casa, que acorda cedo, cozinha, leva seu filho para a escola e ainda deixa a casa em ordem? Uma cidade que não para está, sim, repleta de heróis disfarçados de pessoas normais, que batalham e soam a camisa para sobrevivência deles e de suas famílias. A mostra de fotos de Katia Arantes nos faz viajar pelo universo dos cartoons, onde o bem vence o mal e nos inspira a continuar com nossas vidas tão atarefadas.”
Marco Griesi
“Encontros no meio da multidão, desencontros em meio às máscaras. Heróis disfarçados, com pegadas no chão, pegadas invisíveis, porém marcantes, se é que me entendem. Conheci o trabalho da Katia Arantes por indicação de um amigo e, quando percebi, já estava apaixonada pelas histórias desses heróis, pela energia de cada um, com suas teias, seus poderes para voar, suas incansáveis lutas contra o mal, suas paixões proibidas, seus mistérios e seus poderes de Greiscow. E por que São Paulo? Por que as locações de uma cidade intensa, explosiva, viva, fugaz, heroína , incansável que amedronta e, ao mesmo tempo, tem o poder de nos fazer ir à frente, em busca, na luta? Essa é a maior comparação que podemos fazer desses heróis com a cidade de São Paulo, com os heróis que encontramos todos os dias, escondidos em ternos finos, em macacões de trabalhadores, pendurados em cordas, em arranha-céus, passando ao nosso lado com seus olhares destemidos, em busca do horizonte, do novo, da conquista. São os heróis urbanos que nos cercam nessa selva de pedra, louca e desvairada que tantos amam, se perdem e voltam a se encontrar para serem heróis de si mesmos!”
Deolinda Patrício
Serviço:
Exposição “Heróis Urbanos”
Autoria: Katia Arantes.
Curadoria: Marco Griesi e Deolinda Patricio.
Onde: Espaço Cultural Porto Seguro (Avenida Rio Branco, 1.489 – Campos Elísios/São Paulo/SP).
Visitação: de 15/5 a 28/7, de terça a sexta-feira, das 10h às 19h, e aos sábados e domingos, das 10h às 17h.
Entrada gratuita.
Friday, May 10, 2013
Banco do Brasil- FOTORIO, CHARLOTTE RAMPLING - ALBUNS SECRETOS
Centro Cultural Banco do Brasil
Abrindo o FOTORIO 2013 - Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro
Inaugura
CHARLOTTE RAMPLING – ÁLBUNS SECRETOS
Dia 27 de maio de 2013, às 19h,
Entrada franca.
O Centro Cultural do Banco do Brasil Rio marca a abertura da sexta edição do FOTORIO 2013 - Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, com a inauguração da exposição Charlotte Rampling – Álbuns Secretos no dia 27 maio, às 19h, no 4º andar do CCBB. A mostra ficará aberta ao público de 28 de maio a 21 de julho, na Rua Primeiro de Março, 66, 4° andar (3808-2020) e tem entrada franca.
Apresentada pela primeira vez, ano passado em Paris, Charlotte Rampling – Álbuns Secretos chega com exclusividade ao CCBB do Rio, patrocinada pela GVT. Fruto da parceria entre o FOTORIO e a MEP - Maison Européenne de la Photographie, de Paris, a exposição leva a assinatura de Jean-Luc Monterosso e organização do fotógrafo e antropólogo Milton Guran, coordenador do FOTORIO.
A exposição será dividida em duas salas do 4º andar apresentando Charlotte Rampling na frente e atrás das câmeras. Neste encontro com Charlotte Rampling, os visitantes, já na primeira sala da mostra, conhecerá ensaios, em 24 poses, assinados por alguns dos mais importantes fotógrafos do século 20, tais como: Bettina Rheims, Helmut Newton, Alice Springs, Jeanloup Sieff, Cecil Beaton, David Lynch, David Bailey, Norman Parkinson, Juergen Teller, Jacques Bosser, Peter Lindbergh e Paolo Roversi.
Para chegar à intimidade da atriz, o público passa para a segunda sala por um portal onde seus álbuns secretos serão desvendados aos poucos. Ao fundo, uma cópia do mural fotográfico (de 2.40m x 2.90m) que ela montou ao longo de 30 anos, em seu escritório, em Paris. Fotos de família, dos filhos Barnaby e David, dos amigos, sua vida familiar. Na mesma sala, uma vitrine com seus álbuns de secretos, mostrados pela primeira vez, com as fotos de sua infância, sua adolescência, imagens que expressam um hino à vida, e também o apetite de suas viagens no Extremo Oriente.
No mesmo ambiente um vídeo instalação com monitores de TV transmitindo uma música original, composta especialmente para ela, por Jean Michel Jarre (seu ex-marido) para esta exposição.
Charlotte Rampling – Álbuns Secretos apresenta, em dois grandes momentos, a personalidade de uma estrela que sempre foi envolvida por um mistério refletido estranhamente por seu olhar. De um lado, fotos que ela inspirou os grandes nomes do século 20 e, de outro, abrindo generosamente seus álbuns de família, revelando a vida de uma mulher comum, fotografando sua intimidade. Porque, Charlotte Rampling é “une femme pas comme les autres”.
FICHA TÉCNICA:
Organização: Milton Guran
Curadoria: Jean-Luc Monterosso
Design: Mel Guerra
SERVIÇO:
Charlotte Rampling – Álbuns Secretos
Exposição de 24 imagens de David Bailey, Norman Parkinson, Juergen Teller, Jacques Bosser, Peter Lindbergh e Paolo Roversi. Um painel de fotos de Charlotte Rampling.
Curadoria: Jean-Luc Monterosso MEP - Maison Européenne de la Photographie, de Paris
Organização de Milton Guran
Centro Cultural Banco do Brasil,
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro, salas 8 e 26 do 4º andar
Telefone: (21) 3808-2020
Inauguração, para convidados, dia 27 de maio, às 19h
Visitação: de 3ª a dom., de 9h às 21h.
Término: dia 21 de julho
Entrada franca.
Metrô: Uruguaiana
Facilidades para deficientes
www.bb.com.br
RS Comunicação & Eventos
Eli Rocha
(21) 2547 4953 | 9179 4763
elirocha246@gmail.com
Hanna Melo
(21)9146 0538
rscomunicacao.hannamelo@gmail.com
Assessoria de Imprensa CCBB Rio
Sueli Voltarelli (responsável) – 21 3808 2323 svoltarelli@bb.com.br
FICHA TÉCNICA:
Organização: Milton Guran
Curadoria: Jean-Luc Monterosso
Design: Mel Guerra
SERVIÇO:
Charlotte Rampling – Álbuns Secretos
Exposição de 24 imagens de David Bailey, Norman Parkinson, Juergen Teller, Jacques Bosser, Peter Lindbergh e Paolo Roversi. Um painel de fotos de Charlotte Rampling.
Curadoria: Jean-Luc Monterosso MEP - Maison Européenne de la Photographie, de Paris
Organização de Milton Guran
Centro Cultural Banco do Brasil,
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro, salas 8 e 26 do 4º andar
Telefone: (21) 3808-2020
Inauguração, para convidados, dia 27 de maio, às 19h
Visitação: de 3ª a dom., de 9h às 21h.
Término: dia 21 de julho
Entrada franca.
Metrô: Uruguaiana
Facilidades para deficientes
www.bb.com.br
RS Comunicação & Eventos
Eli Rocha
(21) 2547 4953 | 9179 4763
elirocha246@gmail.com
Hanna Melo
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Sueli Voltarelli (responsável) – 21 3808 2323 svoltarelli@bb.com.br
Wednesday, May 01, 2013
Galeria Lourdina Jean Rabieh - recebe individual de Angella Conte
Galeria Lourdina Jean Rabieh recebe individual de Angella Conte
Através de obras multimídia, artista relaciona o tempo e a memória
A Galeria Lourdina Jean Rabieh apresenta, a partir de 15 de maio, das 19h às 22h, a primeira individual da artista Angella Conte na galeria. Intitulada “Cotidiano Inventado”, a mostra reúne fotografias, colagens, vídeos e instalações que trabalham questões sobre o tempo, memória, indivíduo e solidão. Em cartaz até 05 de junho de 2013.
O piso téreo da galeria é ocupado por um conjunto de fotografias inéditas. São paisagens artificiais, de lugares díspares e incomuns. Nestas imagens, que abrem a exposição, Angella Conte se vale de sua prática colagistica - que a artista explora há mais de dez anos em trabalhos em diferentes suportes - para combinar instantâneos fotográficos aparentemente inconciliáveis. Da somatória entre momentos distantes no espaço e no tempo, ela obtém imagens de síntese que geram novos sentidos para os contextos inicialmente representados.
No piso superior, Angella apresenta a instalação intitulada “11.680 Dias”. Com um uso mais radical da colagem, a obra traz recortes de momentos vividos pela artista, que se compõem a objetos pessoais agrupados no espaço. Complementam a exposição três vídeos num conjunto de backlights.
Galeria Lourdina Jean Rabieh
Há mais de 25 anos no mercado de arte, Lourdina Jean Rabieh dedica-se desde 2010 exclusivamente à arte contemporanea, com o propósito de promover e difundir a obra de artistas nacionais e estrangeiros, emergentes e consagrados. Sua aposta está na combinação de qualidade com propostas arrojadas, que ilustram a diversidade da prática artística contemporânea. Entre os artisras representados estão Frantz, Andrea Rocco, Rosangela Dorazio, Roberta Goldfarb, Elizabeth Dorazio, Cris Bierrembach, Valdir Cruz, Katja Loher, Monique Allain, Pablo Valbuena, Pedro de Kastro e Dacio Bicudo.
Serviço:
Angella Conte - “Cotidiano Inventado”
Abertura: 15 de maio de 2013, das 19h às 22h
Período expositivo: de 16 de maio a 05 de junho de 2013
-
Galeria Lourdina Jean Rabieh
Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 147. Tel. (110 3062-7173.
Seg. a sex., 10h/19h; Sáb., 10h/14h. www.lourdinajeanrabieh.com.br
Obrigado,
Tiago Santos
TSantos Assessoria de Comunicação
R. Doutor Vila Nova, 225, cj. 32
Tel. (11) 2679-6721 | 8489-8228.
casa na árvore
espelho árvore
igreja feno fresco
neve casa
peixes arcos
casa na árvore
espelho árvore
igreja feno fresco
neve casa
peixes arcos
Tuesday, April 30, 2013
Saturday, April 27, 2013
Buscadores do fotógrafo Calé na Galeria do Ateliê
Galeria do Ateliê inaugura
Buscadores
Individual do fotógrafo Calé
Abertura: 3 de maio, às 19h
Visitação até 29 de junho
Entrada franca
Não se pode imaginar nada de mais contraditório na série Buscadores de Calé: de um lado a presença do espírito cosmopolita, símbolo de mobilidade, como se o artista pudesse trazer para nós a nitidez dos lugares de passagem; de outro, a captura do informe, signos incertos, figurações precárias, como as sombras da caverna de Platão ligada às injunções do imaginário.
Angela Magalhães e Nadja Peregrino, curadoras
Após ser exibida em individuais na Dinamarca, Rússia, Argentina e Bolívia e participar de coletivas nos EUA e Irlanda, a premiada série Buscadores, do fotógrafo Calé, finalmente, poderá ser vista no Rio de Janeiro a partir do dia 3 de maio, às 19h, na Galeria do Ateliê. A exposição, que tem curadoria de Angela Magalhães e Nadja Peregrino, apresentará quatorze imagens em grandes formatos da série produzida entre 2010 e 2013. Visitação até 29 de junho de 2013. O Ateliê da Imagem fica na Avenida Pasteur, 453, Urca (2541-3314). Entrada franca.
A série Buscadores, vencedora em 2011 do III Concurso Iberoamericanos, propõe uma análise de como o indivíduo vive, se adapta e se conforma dentro das grandes cidades. O artista acredita que “ao crescermos nos distanciamos da nossa essência, à medida que nossa espontaneidade é reprimida.” Os anti-retratos, imagens estouradas sem informação sobre as pessoas, são um convite para os espectadores projetarem suas histórias e emoções.
O artista
Fotógrafo profissional há 16 anos, Calé já contribuiu com publicações como National Geographic Brasil e Japão, Newsweek, NY Times, Vogue, GQ, Trip, TPM Playboy entre inúmeras outras. Há três anos vem se dedicando ao trabalho autoral. Seu trabalho reflete o universo de vivências interiores, onde predominam os conflitos relacionados ao amor, sexualidade, identidade e espiritualidade. Vem expondo na Dinamarca, Rússia, EUA, Argentina, Irlanda e Bolívia. o Primeiro
SERVIÇO
Buscadores, individual de Calé com 14 fotografias em grande formato
Abertura: dia 3 de maio, às19h.
Visitação: Seg a sex de 10h às 21h | Sab de 10h às 17h - Entrada franca
Até 29 de junho de 2013
Ateliê da Imagem Espaço Cultural
Av. Pasteur, 453, Urca (2541-3314)
www.ateliedaimagem.com.br
Assessoria de imprensa
Eli Rocha < elirocha246@gmail.com>
Hanna Melo
(21) 2547-4953 / 9179-4763
Artistas Contemporâneos Ocupam a Praça Victor Civita com Trabalhos Inéditos
sistemas / ecos
ARTISTAS CONTEMPORÂNEOS OCUPAM
A PRAÇA VICTOR CIVITA COM TRABALHOS INÉDITOS
evento traz obras inéditas de Maurício Dias & Walter Riedwig, entre outros
em cartaz de 11/05 a 8/06 com entrada franca
Reunindo obras e performances de Sonia Guggisberg, Lucas Bambozzi e as duplas Maurício Dias & Walter Riedwig, Rejane Cantoni & Leonardo Crescenti e Rachel Rosalen & Rafael Marchetti, a exposição sistemas / ecos - experiências com arte, design e meio-ambiente ocupa a Praça Victor Civita, em São Paulo, de 11 de maio a 8 de junho, com entrada franca.
A proposta é aproximar vertentes e cruzar circuitos, em uma espécie de biodiversidade estética. As obras destes artistas – em sua maioria, inéditas - são montadas ao lado das obras resultantes das oficinas ecoLAB, voltadas para jovens e coordenadas por Cristiano Rosa, Denise Adams, Dudu Tsuda, Lali Krotoszynski e Luiz duVa.
Com patrocínio da Mondelēz International e realização da Associação do Audiovisual, o projeto sistema / ecos surgiu de uma pesquisa local da artista Sonia Guggisberg, que atualmente desenvolve a pesquisa artística e doutoramento “Subsolo urbano e social”, abordando diferentes aspectos dos subsolos urbanos, inclusive as contaminações. A hipótese é de que as histórias subterrâneas, enterradas, nunca terminam mesmo quando soterradas e relegadas à invisibilidade uma vez que sobrevivem como resíduos do passado e como metáforas cognitivas redesenhando as redes de relações na cidade. As contaminações do subsolo ocorridas no terreno onde hoje está a Praça Victor Civita integram a pesquisa.
Mauricio Dias & Walter Riedweg
Água de chuva no mar
Videoinstalação © 2012
Mauricio Dias & Walter Riedweg trazem pela primeira vez a São Paulo “Água de Chuva no Mar”, já apresentada no Museu da Arte Moderno da Bahia. A obra se debruça sobre o trabalho cotidiano de um grupo de mulheres da Comunidade do Solar do Unhão que passou boa parte de suas vidas lavando as roupas das classes média e alta de Salvador. A partir de conversas com as lavadeiras em filmagens sobre seu trabalho diário e de fotografias antigas Dias & Riedweg retraçam o caminho da água como um meio de vida, revelando como esta labuta invisível é na verdade estrutural na disparidade de classes na sociedade baiana do passado e do presente. Documentações da Festa de Iemanjá - desde o raiar do dia na Praia do Rio Vermelho ao pôr do Sol na Baía de Todos os Santos - pontuam esses relatos e lhes atribuem uma dimensão poética e universal.
Já o vídeo “O Céu e o Dia”, também de Mauricio Dias & Walter Riedweg, também em cartaz no sistemas / ecos, é totalmente inédito. Filmado no verão de 2012, o trabalho resulta do acompanhamento de um dia de trabalho e vida do pescador Raimundo, no mar azul da Baía de Todos os Santos, em Salvador da Bahia. A obra faz parte de uma série de trabalhos em realização desde o início de 2011 sob o título “Pequenas Estórias de Modéstia e Dúvida” - uma coleção de anotações e imagens em vídeo, fotografia, desenho e música, que procura enaltecer a dúvida e a modéstia enquanto virtudes supremas da subjetividade, e ao mesmo tempo registrar as transformações e possíveis estagnações produzidas pelas intensas mudanças ecônomicas nas formas de vida urbana contemporânea. Para optimizar a visualização de suas mais recentes investigações sobre a multiplicidade e simultaneidade, Dias & Riedweg procuraram desenvolver um dispositivo fílmico próprio que superpõe diversas imagens captadas em diferentes ângulos e velocidades, num só tempo de edição, apontando assim para a existência de uma realidade possivelmente mais complexa do que aleatória.
Rejane Cantoni & Leonardo Crescenti
Com placas de alumínio autobrilho, contrapesos e molas, entre outros materiais, a dupla Rejane Cantoni & Leonardo Crescenti propõe em “Jardim Suspenso” uma escultura cinética e interativa composta por 400 quadrados, suportes mecânicos e uma grade estrutural. A obra, inédita, foi concebida com o objetivo de expandir a precepção de uma paisagem natural: um bosque. A face espelhada da escultura permite ao visitante observar o bosque da Praça Victor Civita a partir de uma multiplicidade de perspectivas. Cada um dos quadrados está conectado à grade através de um mecanismo rotatório e pivotante (ele gira à volta de um eixo fixo), cuja função é girar e inclinar-se de maneira indepenbdente e aleatória ao compasso de fenômenos naturais, tais como o vento e a chuva.
Sonia Guggisberg
Videoinstalação inédita, “Samarina”, de Sonia Guggisberg, é montada dentro de um container, com restos de demolição. Com cenas captadas na demolição de galpões que fizeram parte da historia da família da artista, o trabalho também focaliza o movimento da fumaça que se flutua pelo ar provocadas pelas quedas durante “os desmanches de uma história”, segundo Guggisberg. Ela lembra que “todo desmanche abre as portas para o surgimento de novas possibilidades como construções, novas histórias enfatizando o redesenhar urbano/ humano”. A sonorização de “Samarina é feita a partir de sons de demolição. Ao fundo, uma voz de criança canta músicas que foram gravadas ao vivo nesta mesma época. Uma das músicas é “Samarina”.
Mercúrio, 2013
Imagens adesivadas sobre madeira montam
um piso em 42 módulos. Dimensão total 5m x 5m.
Outra obra de de Sonia Guggisberg é “Mercúrio”, trabalho inédito concebido especialmente para a Praça Victor Civita e composto por imagens adesivadas sobre madeira. O trabalho surgiu de uma pesquisa local, sobre o terreno contaminado e sobre o lixo urbano, ali incinerado (a praça foi construída em uma área anteriormente degradada, onde funcionou um incinerador de lixo). Partindo de uma série de fotografias, feitas com mercúrio virgem em um jogo educativo de madeira, posteriormente ampliadas e montadas como um piso de verdade, vemos o mercúrio aflorar entre os pedaços de madeira.
Lucas Bambozzi
“Obra Coletiva”, trabalho inédito de Lucas Bambozzi, também foi desenvolvido especialmente para o projeto sistemas / ecos. Trata-se de uma videoinstalação na qual telas LCD embutidas nas janelas e portas de um container exibem videos em loops contínuos. Típico de um escritório de canteiro de obras, no contêiner vemos ações se desenvolvendo que denotam um trabalho repetido, difícil, errôneo e insistente. São imagens em certa penumbra, onde uma dezena e meia de pessoas encontram-se em um espaço limitado desenvolvendo atividades incessantes e em processo. “Obra Coletiva” utiliza sequências gravadas em uma situação cinemática simples e de fácil reconhecimento narrativo, a partir de um roteiro de ações encenado em estúdio, em consonância com as janelas e porta(s) existentes no container. Mais do que a criação de ações privadas que possam ser de interesse público ou coletivo, trata-se de levar em conta características específicas do espaço e do ambiente.
Rachel Rosalen & Rafael Marchetti
A performance já apresentada em Roma e na cidade de Basiléa (Suíça), “socketscreen.net”
consiste em uma plataforma criada e desenvolvida pelos artistas Rachel Rosalen & Rafael Marchetti onde o público interage diretamente na criação visual através da aplicação web para celulares smartphones. O visitante, que acessa a aplicação web, é convidado a escrever palavras-chave, que são utilizadas pela plataforma para buscar na internet, em tempo real, imagens relativas às palavras. Além de enviar as palavras-chave, o público pode interagir com suas próprias imagens utilizando o recurso do toque da tela do
celular, tornando-se assim, parte de uma intervenção coletiva.
ecoLAB
Focado no desenvolvimento de obras que exploram tecnologias ecológicas em projetos artísticos, o laboratório ecoLAB é voltada para jovens estudantes e integrantes de ONGs e as obras resultantes ganham exposição no evento sistemas / ecos. O objetivo das oficinas é estimular a formação de coletivos proponentes de obras cujo desenvolvimento tem lugar na Praça Victor Civita sob orientação dos artistas reconhecidos. Em pauta, questões pertinentes ao entendimento das demandas por sustentabilidade e os problemas ambientais de São Paulo. Este processo laboratorial pretende gerar uma massa crítica capaz de pensar alternativas para o uso de mídias e materiais, assim como formas de colher e divulgar dados sobre a poluição urbana. As oficinas e coordenadores são as seguintes:
- instalação sonora, com Dudu Tsuda;
- escultura de sucata, com Lali Krotoszynski;
- videoinstalação, com Denise Adams;
- live cinema, com Luiz duVa; e
- circuit bending, com Cristiano Rosa.
sobre a Mondelēz International
A Mondelēz International é a maior fabricante de chocolates, biscoitos e balas do mundo e a segunda maior em gomas. Responde por marcas favoritas do mundo, como Lacta, Milka, Club Social, Oreo, Tang, Trident e Royal. A Brasil possui fábricas em Bauru (SP), balas e gomas; Curitiba, chocolates, misturas secas e queijo; Piracicaba (SP), biscoitos; e
Vitória de Santo Antão (PE), chocolates, bebidas em pó e biscoitos.
sobre a Praça Victor Civita
Espaço público único em São Paulo, a Praça Victor Civita oferece ao público, gratuitamente, ampla programação cultural, esportiva, de lazer e de educação ambiental. Uma parceria entre o Instituto Abril e a Prefeitura do Município de São Paulo possibilitou o desenvolvimento de um extenso trabalho multidisciplinar de transformação de uma área degradada em exemplo de reabilitação e redefinição de uso. A Praça Victor Civita é gerida pela AAPVC – Associação Amigos da Praça Victor Civita, cujo modelo de gestão prevê o envolvimento de empresas, instituições públicas, ONGs e da comunidade para a manutenção e realização das atividades previstas.
sobre a Associação do Audiovisual
Criada em 2005 com a missão de promover o desenvolvimento da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico da linguagem audiovisual, a Associação do Audiovisual é entidade sem fins lucrativos que foca sua atuação na formação de público e na circulação de produtos culturais não atendidos pela indústria cultural. Voltada para a difusão da atual produção audiovisual, sua atuação é referência quanto à circulação de bens culturais em comunidades carentes da Grande São Paulo (como na Semana Ticket Cultura & Esporte), assim como na realização de atividades voltadas à produção de ponta da cultura audiovisual (como no Vivo arte.mov - Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis e no Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo).
Serviço:
sistemas / ecos - experiências com arte, design e meio-ambiente
www.sistemaecos.com.br
exposição com obras de Sonia Guggisberg, Lucas Bambozzi, Maurício Dias & Walter Riedwig, Rejane Cantoni & Leonardo Crescenti, Rachel Rosalen & Rafael Marchetti e dos alunos de oficinas coordenadas por Dudu Tsuda, Lali Krotoszynski, Denise Adams, Luiz duVa e Cristiano Rosa
abertura: dia 11 de maio de 2013c sábado, às 19h00
período expositivo: de 11 de maio a 8 de junho de 2013
diariamente das 8h00 às 18h00
Praça Victor Civita - Rua Sumidouro 528, Pinheiros – São Paulo – SP
entrada franca
patrocínio: Mondelēz International
realização: Associação do Audiovisual
coordenadora da exposição: Sonia Guggisberg
coordenação do ecoLAB: Marcus Bastos
direção geral: Francisco Cesar Filho, Jurandir Müller, Marcus Bastos e Sonia Guggisberg
produção executiva: Kler Correa
coordenação de produção: Evelyn Margareth Barros
produção: Lorena Delia
apoio: ProAC - projeto realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Programa de Ação Cultural 2011
Cris Fusco
Flavia Fusco Comunicação
11.3083.1250 / 11.7865.0554 - ID 111*65502
cris@flaviafusco.com.br
www.flaviafusco.com.br
Água de chuva no mar
Videoinstalação © 2012
Mauricio Dias & Walter Riedweg trazem pela primeira vez a São Paulo “Água de Chuva no Mar”, já apresentada no Museu da Arte Moderno da Bahia. A obra se debruça sobre o trabalho cotidiano de um grupo de mulheres da Comunidade do Solar do Unhão que passou boa parte de suas vidas lavando as roupas das classes média e alta de Salvador. A partir de conversas com as lavadeiras em filmagens sobre seu trabalho diário e de fotografias antigas Dias & Riedweg retraçam o caminho da água como um meio de vida, revelando como esta labuta invisível é na verdade estrutural na disparidade de classes na sociedade baiana do passado e do presente. Documentações da Festa de Iemanjá - desde o raiar do dia na Praia do Rio Vermelho ao pôr do Sol na Baía de Todos os Santos - pontuam esses relatos e lhes atribuem uma dimensão poética e universal.
Já o vídeo “O Céu e o Dia”, também de Mauricio Dias & Walter Riedweg, também em cartaz no sistemas / ecos, é totalmente inédito. Filmado no verão de 2012, o trabalho resulta do acompanhamento de um dia de trabalho e vida do pescador Raimundo, no mar azul da Baía de Todos os Santos, em Salvador da Bahia. A obra faz parte de uma série de trabalhos em realização desde o início de 2011 sob o título “Pequenas Estórias de Modéstia e Dúvida” - uma coleção de anotações e imagens em vídeo, fotografia, desenho e música, que procura enaltecer a dúvida e a modéstia enquanto virtudes supremas da subjetividade, e ao mesmo tempo registrar as transformações e possíveis estagnações produzidas pelas intensas mudanças ecônomicas nas formas de vida urbana contemporânea. Para optimizar a visualização de suas mais recentes investigações sobre a multiplicidade e simultaneidade, Dias & Riedweg procuraram desenvolver um dispositivo fílmico próprio que superpõe diversas imagens captadas em diferentes ângulos e velocidades, num só tempo de edição, apontando assim para a existência de uma realidade possivelmente mais complexa do que aleatória.
Rejane Cantoni & Leonardo Crescenti
Com placas de alumínio autobrilho, contrapesos e molas, entre outros materiais, a dupla Rejane Cantoni & Leonardo Crescenti propõe em “Jardim Suspenso” uma escultura cinética e interativa composta por 400 quadrados, suportes mecânicos e uma grade estrutural. A obra, inédita, foi concebida com o objetivo de expandir a precepção de uma paisagem natural: um bosque. A face espelhada da escultura permite ao visitante observar o bosque da Praça Victor Civita a partir de uma multiplicidade de perspectivas. Cada um dos quadrados está conectado à grade através de um mecanismo rotatório e pivotante (ele gira à volta de um eixo fixo), cuja função é girar e inclinar-se de maneira indepenbdente e aleatória ao compasso de fenômenos naturais, tais como o vento e a chuva.
Sonia Guggisberg
Videoinstalação inédita, “Samarina”, de Sonia Guggisberg, é montada dentro de um container, com restos de demolição. Com cenas captadas na demolição de galpões que fizeram parte da historia da família da artista, o trabalho também focaliza o movimento da fumaça que se flutua pelo ar provocadas pelas quedas durante “os desmanches de uma história”, segundo Guggisberg. Ela lembra que “todo desmanche abre as portas para o surgimento de novas possibilidades como construções, novas histórias enfatizando o redesenhar urbano/ humano”. A sonorização de “Samarina é feita a partir de sons de demolição. Ao fundo, uma voz de criança canta músicas que foram gravadas ao vivo nesta mesma época. Uma das músicas é “Samarina”.
Mercúrio, 2013
Imagens adesivadas sobre madeira montam
um piso em 42 módulos. Dimensão total 5m x 5m.
Outra obra de de Sonia Guggisberg é “Mercúrio”, trabalho inédito concebido especialmente para a Praça Victor Civita e composto por imagens adesivadas sobre madeira. O trabalho surgiu de uma pesquisa local, sobre o terreno contaminado e sobre o lixo urbano, ali incinerado (a praça foi construída em uma área anteriormente degradada, onde funcionou um incinerador de lixo). Partindo de uma série de fotografias, feitas com mercúrio virgem em um jogo educativo de madeira, posteriormente ampliadas e montadas como um piso de verdade, vemos o mercúrio aflorar entre os pedaços de madeira.
Lucas Bambozzi
“Obra Coletiva”, trabalho inédito de Lucas Bambozzi, também foi desenvolvido especialmente para o projeto sistemas / ecos. Trata-se de uma videoinstalação na qual telas LCD embutidas nas janelas e portas de um container exibem videos em loops contínuos. Típico de um escritório de canteiro de obras, no contêiner vemos ações se desenvolvendo que denotam um trabalho repetido, difícil, errôneo e insistente. São imagens em certa penumbra, onde uma dezena e meia de pessoas encontram-se em um espaço limitado desenvolvendo atividades incessantes e em processo. “Obra Coletiva” utiliza sequências gravadas em uma situação cinemática simples e de fácil reconhecimento narrativo, a partir de um roteiro de ações encenado em estúdio, em consonância com as janelas e porta(s) existentes no container. Mais do que a criação de ações privadas que possam ser de interesse público ou coletivo, trata-se de levar em conta características específicas do espaço e do ambiente.
Rachel Rosalen & Rafael Marchetti
A performance já apresentada em Roma e na cidade de Basiléa (Suíça), “socketscreen.net”
consiste em uma plataforma criada e desenvolvida pelos artistas Rachel Rosalen & Rafael Marchetti onde o público interage diretamente na criação visual através da aplicação web para celulares smartphones. O visitante, que acessa a aplicação web, é convidado a escrever palavras-chave, que são utilizadas pela plataforma para buscar na internet, em tempo real, imagens relativas às palavras. Além de enviar as palavras-chave, o público pode interagir com suas próprias imagens utilizando o recurso do toque da tela do
celular, tornando-se assim, parte de uma intervenção coletiva.
ecoLAB
Focado no desenvolvimento de obras que exploram tecnologias ecológicas em projetos artísticos, o laboratório ecoLAB é voltada para jovens estudantes e integrantes de ONGs e as obras resultantes ganham exposição no evento sistemas / ecos. O objetivo das oficinas é estimular a formação de coletivos proponentes de obras cujo desenvolvimento tem lugar na Praça Victor Civita sob orientação dos artistas reconhecidos. Em pauta, questões pertinentes ao entendimento das demandas por sustentabilidade e os problemas ambientais de São Paulo. Este processo laboratorial pretende gerar uma massa crítica capaz de pensar alternativas para o uso de mídias e materiais, assim como formas de colher e divulgar dados sobre a poluição urbana. As oficinas e coordenadores são as seguintes:
- instalação sonora, com Dudu Tsuda;
- escultura de sucata, com Lali Krotoszynski;
- videoinstalação, com Denise Adams;
- live cinema, com Luiz duVa; e
- circuit bending, com Cristiano Rosa.
sobre a Mondelēz International
A Mondelēz International é a maior fabricante de chocolates, biscoitos e balas do mundo e a segunda maior em gomas. Responde por marcas favoritas do mundo, como Lacta, Milka, Club Social, Oreo, Tang, Trident e Royal. A Brasil possui fábricas em Bauru (SP), balas e gomas; Curitiba, chocolates, misturas secas e queijo; Piracicaba (SP), biscoitos; e
Vitória de Santo Antão (PE), chocolates, bebidas em pó e biscoitos.
sobre a Praça Victor Civita
Espaço público único em São Paulo, a Praça Victor Civita oferece ao público, gratuitamente, ampla programação cultural, esportiva, de lazer e de educação ambiental. Uma parceria entre o Instituto Abril e a Prefeitura do Município de São Paulo possibilitou o desenvolvimento de um extenso trabalho multidisciplinar de transformação de uma área degradada em exemplo de reabilitação e redefinição de uso. A Praça Victor Civita é gerida pela AAPVC – Associação Amigos da Praça Victor Civita, cujo modelo de gestão prevê o envolvimento de empresas, instituições públicas, ONGs e da comunidade para a manutenção e realização das atividades previstas.
sobre a Associação do Audiovisual
Criada em 2005 com a missão de promover o desenvolvimento da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico da linguagem audiovisual, a Associação do Audiovisual é entidade sem fins lucrativos que foca sua atuação na formação de público e na circulação de produtos culturais não atendidos pela indústria cultural. Voltada para a difusão da atual produção audiovisual, sua atuação é referência quanto à circulação de bens culturais em comunidades carentes da Grande São Paulo (como na Semana Ticket Cultura & Esporte), assim como na realização de atividades voltadas à produção de ponta da cultura audiovisual (como no Vivo arte.mov - Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis e no Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo).
Serviço:
sistemas / ecos - experiências com arte, design e meio-ambiente
www.sistemaecos.com.br
exposição com obras de Sonia Guggisberg, Lucas Bambozzi, Maurício Dias & Walter Riedwig, Rejane Cantoni & Leonardo Crescenti, Rachel Rosalen & Rafael Marchetti e dos alunos de oficinas coordenadas por Dudu Tsuda, Lali Krotoszynski, Denise Adams, Luiz duVa e Cristiano Rosa
abertura: dia 11 de maio de 2013c sábado, às 19h00
período expositivo: de 11 de maio a 8 de junho de 2013
diariamente das 8h00 às 18h00
Praça Victor Civita - Rua Sumidouro 528, Pinheiros – São Paulo – SP
entrada franca
patrocínio: Mondelēz International
realização: Associação do Audiovisual
coordenadora da exposição: Sonia Guggisberg
coordenação do ecoLAB: Marcus Bastos
direção geral: Francisco Cesar Filho, Jurandir Müller, Marcus Bastos e Sonia Guggisberg
produção executiva: Kler Correa
coordenação de produção: Evelyn Margareth Barros
produção: Lorena Delia
apoio: ProAC - projeto realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Programa de Ação Cultural 2011
Cris Fusco
Flavia Fusco Comunicação
11.3083.1250 / 11.7865.0554 - ID 111*65502
cris@flaviafusco.com.br
www.flaviafusco.com.br
Wednesday, April 24, 2013
Exposição "Escalas" investiga relações entre arte e arquitetura
Exposição “Escalas” investiga relações entre arte e arquitetura
Espaço pretende ser plataforma de projetos interdisciplinares, explorando novas práticas curatoriais
O Estúdio Alvaro Razuk recebe a partir de 04 de maio, às 14h, sua primeira mostra coletiva, a primeira aberta à visitação e a terceira a ocupar o espaço. Com apoio das galerias Fortes Vilaça, Luciana Brito e Marília Razuk, a exposição “Escalas”, organizada pelo jovem curador Bruno Mendonça, propõe investigações e discussões que permeiam as relações entre arte e arquitetura.
Em “Escalas”, Bruno Mendonça reúne artistas nacionais e estrangeiros cujas pesquisas e poéticas envolvem, em diferentes suportes, as relações entre arte e arquitetura. Participam da mostra os artistas brasileiros Aline Van Langendonck, Ana Mazzei, Débora Bolsoni Raquel Garbelotti, Rafaela Jemmene, Luiz Roque e Renato Pera, o francês Raphaël Zarka, a espanhola que vive no Brasil Sara Ramo e o renomado artista mexicano Hector Zamora.
O principal objetivo desta exposição não é promover respostas, nem representar linhas teóricas, mas adicionar através das poéticas desses artistas diversos vértices neste campo de discussão. A escolha desses artistas específicos para ativarem um espaço não convencional, no caso um escritório de arquitetura, se deu pelas escalas subjetivas, projetuais, conceituais, políticas e de fato, espaciais, encontradas nos trabalhos destes artistas.
Estúdio Alvaro Razuk
O escritório do arquiteto, criado em 1989, está localizado em um edifício de traços modernistas no largo do Arouche, no centro de São Paulo. Dedicado a projetos museográficos, cenográficos e arquitetônicos, sua equipe inter-disciplinar já realizou trabalhos de destaque no Brasil e em diversos países. O Estúdio Alvaro Razuk, que vem se destacando na elaboração e coordenação de projetos culturais desde sua concepção até a entrega final e aproveita o momento de ebulição artística no Brasil para abrir suas portas a projetos situados na fronteira entre a arte e a arquitetura, explorando novas práticas curatoriais.
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Serviço:
Exposição “Escalas”
Abertura: 04 de maio de 2013, às 14h
Período expositivo: de 05 de maio a 29 de junho de 2013
Estúdio Alvaro Razuk
Largo do Arouche, 161, República, tel. (11) 3661-8111 / 9 9828-5484.
*Horário de Visitação sob agendamento prévio: Seg a sex., 11h/18h; Sab. a partir das 16h.
www.prototexto.blogspot.com | http://alvarorazuk.com.br
Obrigado,
Tiago Santos
TSantos Assessoria de Comunicação
R. Doutor Vila Nova, 225, cj. 32
Tel. (11) 2679-6721 | 8489-8228.
Ana Mazzei
Hector Zamora
Hector Zamora
Rafaela Jemmene
Raphael Zarka
Raphael Zarka
Raquel Garbelotti
Renato Pera
Sara Ramo
Ana Mazzei
Hector Zamora
Hector Zamora
Rafaela Jemmene
Raphael Zarka
Raphael Zarka
Raquel Garbelotti
Renato Pera
Sara Ramo





